Empresas devem mudar modo de pensar e mobilizar consumidores à sustentabilidade


Foto:Divulgação



A formiga é um ser de força admirável, ela consegue carregar até 50 vezes o seu próprio peso, o que, para um homem de 80 quilos, significaria 4 toneladas. Em termos ambientais e referentes às mudanças climáticas, um brasileiro classe média de 80 quilos pode não carregar tanto quanto uma formiga, mas seu consumo e gasto de reservas naturais emite mais de uma tonelada de carbono por ano.
É o que afirma Ernesto Cavasin Neto, especialista em sustentabilidade empresarial e gerente executivo da PricewaterhouseCoopers. No mês de junho, Cavasin lançou o livro Toneladas sobre os ombros, em que comenta a questão do aquecimento global em relação a um consumo mais responsável.
Em entrevista ao portal EcoDesenvolvimento.org, Cavasin explicou porque o mundo enfrenta tantos desafios na redução do aquecimento global e deu a receita: será preciso que as empresas mudem seu modo de pensar e impulsionem seus consumidores a um mundo mais sustentável.
Portal EcoD - A ONU prevê que a Terra chegue a 7 bilhões de habitantes em 31 de outubro de 2011. Quais os principais problemas que enfrentaremos com essa superpopulação?
Cavasin - Nós enfrantaremos problemas com alimentação, consumo de energia e tantos outros que levam a uma questão em cadeia, que é o aquecimento global. Se quisermos alcançar a meta de apenas 2 graus centígrados de aquecimento global até 2050, nós temos que reduzir as emissões hoje em 60% a 80%. Como o que emitimos no ano de 2010 foi em torno de 36 milhões de toneladas, tem que se reduzir no mínimo 21 milhões e 600 mil toneladas.
Além disso, quando a gente vê o mundo chegando a 7 bilhões de pessoas, a gente pode perceber que menos de 1/3 dessas pessoas tem uma condição de vida que nós acreditamos ser digna, e 2/3 da população vive abaixo dessa qualidade que nós criamos. Se formos mais simplistas, podemos pensar que na África e em alguns lugares da América do Sul, a pessoa ainda cozinha utilizando a lenha que catou no meio do mato. Ou seja, ainda precisamos ter um grande avanço na introdução de água tratada e energia elétrica na vida dessas pessoas.
Esses são os dois principais desafios do aquecimento global: reduzir as emissões em 60% a 80% e, ao mesmo tempo, incluir 30% a mais de pessoas no consumo de energia, em um mundo que alcança os 7 bilhões agora, mas em 2050, a tendência é que tenha 12 bilhões de pessoas. Sem contar que esse crescimento também aumenta a necessidade de produção de alimentos para mais 5 bilhões de pessoas. Há uma série de fatores que correm a favor do desastre ambiental.


Cavasin afirma que a inclusão dos recursos naturais
no orçamento de produção de uma empresa é uma
das maneiras de ajudar a refrear o aquecimento global.
Foto: PwC Brasil/Divulgação




Como vencer esses desafios e realizar as mudanças?
Geralmente, as pessoas só realizam mudanças quando são forçadas a tomar decisões drásticas. Um exemplo é quando se descobre um câncer e tem que fazer uma cirurgia, não há jeito, será se submeter a tratamentos fortes. Com as mudanças climáticas nós temos um problema muito sério, mas o tratamento não pode ser nem homeopático, nem ser uma intervenção cirúrgica. É preciso fazer um trabalho de reeducação utilizando as ferramentas que a gente já conhece.
Eu vejo que hoje, se reunirmos todas as tecnologias de baixo carbono que já temos, a grande dúvida que temos é a seguinte: "Pô, vou trocar todas as lâmpadas do meu escritório por LED, mas isso não vale à pena financeiramente". Pensamos que não vale a pena financeiramente porque o custo de uma lâmpada LED é bem maior que o de uma lâmpada normal, mesmo que a LED dure 10 anos e a normal seis meses, como é confiável investir todo esse dinheiro agora se não sabemos o que vai acontecer daqui a quatro ou seis anos?
Mas se, ao contrário, pensarmos na quantidade de recursos naturais que serão poupados com a troca de uma para outra e no custo do carbono que é emitido dada a diferença do consumo de energia, talvez comece a fazer mais sentido.
Então, será preciso mudar o modelo de avaliação do modo de produção...
Pois é. Esses são custos que nós já conseguimos calcular. A logística reversa, por exemplo, já é realidade em várias partes do mundo e tende a ser aqui no Brasil também, isso gera um custo. O carbono tem valor de mercado, você pode calcular a diferença de emissões da vida útil de uma lâmpada LED para uma normal, ou quantas normais você vai precisar comprar para alcançar a lâmpada LED.
Nós temos que começar a agregar os valores que hoje não estão sendo compultados. A cadeia de valor hoje não cita a parte ambiental, a própria água, principalmente a que a gente consome aqui no Brasil, não é paga, o que é pago é o tratamento, bombeamento e distribuição da água, mas a água é de graça. E se a gente não está pagando pela água, qual o valor que a gente dá a ela?
Então, é necessário que a gente comece a valorizar os benefícios ambientais para saber o quanto nós podemos, para que possamos experimentar soluções para os problemas do aquecimento. É essa a visão, o valor dos serviços que o meio ambiente presta pra gente, que a gente acaba não valorizando e tendo que integrar isso dentro do custo dos produtos hoje, para ter uma diferenciação entre os produtos que são ambientalmente mais corretos e os produtos que não são.


O programa "Água das Florestas" é um trabalho da
Fundação SOS Mata Atlântica em parceria com a
Coca-Cola para a preservação da bacia do Ribeirão Piauí,
que abastece cidades de São Paulo.
Foto: Divulgação




Quando as empresas vão começar a se dar conta da necessidade de realizar esses cálculos?
Não só as empresas, mas esse deve ser um caminho percorrido por toda a sociedade. Todos têm que reduzir. As empresas são formadas por pessoas e o gráfico de como o meio ambiente afeta a nossa vida a gente vê mais dia ou menos dia, seja em enchentes ou secas. E tudo isso tem que ser compultado já. Se um vendaval passa no interior de Santa Catarina, ele pode gerar custos desnecessários a uma empresa, custos que poderiam ser reduzidos caso houvesse um preparo.
Algumas empresas já sentem isso e começaram a calcular e analisar os gastos. É possível ver grandes produtores de bebidas, como refrigerante e cerveja, com uma preocupação enorme para reduzir a quantidade de litros de água que usa para produzir o seu produto, com projetos para proteger mananciais e tudo mais. Outro exemplo são algumas empresas de energia, que também buscam proteção dos mananciais de água e dos rios que elas operam.
E como fazer para trazer isso ao consumidor?
O que precisa fazer hoje, na minha opinião, é integrar as cadeias. Ou seja, nós só vamos conseguir resolver o problema do meio ambiente e do aquecimento global, quando conseguirmos fazer produtos melhores de forma melhor. É preciso reduzir as emissões na produção e na utilização desse produto por parte do consumidor também.
Uma lâmpada mais eficiente vai reduzir as emissões do meu cliente, mas ele tem que estar estimulado a comprar isso. O preço ainda é um grande fator de decisão na hora da compra, mas a questão do "ecologicamente correto" ainda não. Então, nós precisamos integrar o consumidor diante dessa cadeia de valor.
As empresas têm que entender que precisam mobilizar o consumidor na questão ambiental como um todo. Não faz sentido a gente continuar a combater o aquecimento global através de políticas públicas e em alguns projetos de grandes emissores. Nós temos que integrar toda a cadeia, do consumidor ao distribuidor, do vendedor ao produtor, de uma forma mais ambientalmente correta.

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Ocorrência de molibdênio de região de Carnaíba será estudada e poderá até inviabilizar água Jacobina e mais três cidades


Serra da Carnaiba

Laboratório de Tratamento de Minérios está à frente
O Estado da Bahia tem um dos poucos depósitos do molibdênio do Brasil. A região de Carnaíba, no município de Pindobaçu, é famosa pela ocorrência de esmeraldas e alexandrita e desde os anos 1960 abriga garimpeiros que buscam essas gemas, que em geral são mais valorizadas que diamante. Na região, entretanto, é muito mais frequente o aparecimento de um mineral cinza, assemelhado à grafita. Trata-se da molibdenita (MoS2), que é a principal fonte de molibdênio, elemento essencial para a produção de aços inoxidáveis usados ambientes ricos em cloretos, como na água do mar. O molibdênio é essencial para a produção de materiais de construção usados em vários segmentos industriais, incluindo a indústria de petróleo.
A UFBA, através do Laboratório de Tratamento de Minérios e Metalurgia Extrativa, do Departamento de Ciência e Tecnologia dos Materiais da Escola Politécnica teve um projeto de pesquisa aprovado no âmbito do Edital MCT/CT-Mineral/CNPq Nº 44/2010 (Pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação aplicados às linhas temáticas do Projeto Tendências Tecnológicas do Setor Mineral). O projeto “Utilização de Técnicas Hidrometalúrgicas para Recuperação e Purificação de Molibdênio Metálico” é coordenado por Prof. Luiz Rogério Pinho de Andrade Lima e prevê a aquisição de equipamentos analíticos para completar a infraestrutura desse laboratório, que atualmente é o único da Bahia dedicado ao desenvolvimento de estudos nas áreas de Tratamento de Minérios, Hidrometalurgia, Eletrometalurgia, Pirometalurgia e Reciclagem de Materiais Inorgânicos, tão importantes para a economia do Estado da Bahia.
O laboratório participa da organização do XXIV Encontro Nacional de Tratamento de Minérios e Metalurgia Extrativa (www.entmme2011.com.br), que acontecerá no Hotel Pestana Bahia de 16 a 19 de outubro e reunirá os principais pesquisadores do Brasil nessa área, além de importantes especialistas estrangeiros, como Fathi Habashi, professor emérito da Université Laval (Canadá)

Águas dos rios chegam poluídas às praias da capital baiana


A situação das águas de todos os 12 rios que cruzam Salvador está entre regular e péssima, de acordo com um estudo


A água é barrenta, o cheiro é péssimo e, mesmo de longe, dá pra ver todo o tipo de sujeira boiando. Esse é o estado de diversos rios que desembocam nas praias de Salvador e acabam emporcalhando as águas do mar. A situação das águas de todos os 12 rios que cruzam Salvador está entre regular e péssima, de acordo com um estudo realizado, no ano passado, em conjunto entre órgãos do município e do estado com a Universidade Federal da Bahia (Ufba). 
A situação compromete o banho de mar de moradores e turistas e o trabalho de pescadores que sonham voltar a trabalhar em águas limpas. 

Não muito longe do emissário submarino  inaugurado em maio deste ano, na Boca do Rio, o azul do mar é substituído pelo tom alaranjado do Rio das Pedras. “Essa água traz até cachorro e rato mortos”, lamenta Antônio Carlos Teles, pescador há mais de 40 anos.
No Rio Vermelho, as águas do Rio Lucaia lutam contra pneus e pedaços de areia e moradores evitam o banho por ali

“A depender do dia, ainda tem peixe ousado que consegue aguentar essa água, mas normalmente temos quer ir lá pra frente pra conseguir tirar alguma coisa”, conta Crispim Ribeiro Santos, 40 anos, que ganha a vida no mar desde os 12. Banho de mar? “Só os malucos tomam”, diz.
Costa azul 
Na orla do Costa Azul, o canal popularmente conhecido como “Cocô Beach”, chama-se, na verdade, Rio Camarajibe. Para o professor de Engenharia Ambiental da Ufba Luiz Roberto Santos Moraes, esse é um erro comum que deveria ser esclarecido entre a população. “Os rios de Salvador são vistos como meros canais que transportam esgoto. Numa turma de 45 alunos, por exemplo, perguntei e  não houve nenhum que soubesse o nome de um rio”, conta.  

No local, o cheiro é tão forte que  invade até os carros que passam com vidros fechados e restaurantes. “Há mais de 20 anos é assim. Aqui o pessoal nem toma banho”, afirma o pescador Dário Souza. 
Rio vermelho No Rio Vermelho, o mau cheiro é do Rio Lucaia. Na região do Mercado do Peixe, o fedor é garantido - e não é culpa dos peixes. Da balaustrada da calçada é possível enxergar, mesmo através da água barrenta, até pneu velho e pedaços de madeira.

É ASSUSTADOR

Cientistas encontram maior quantidade de água do Universo


Registro foi feito ao redor de buraco negro a 12 bilhões de anos-luz daqui.
Volume de água é 140 trilhões de vezes o dos oceanos da Terra.

Do G1, em São Paulo

Astrônomos descobriram a maior quantidade de água já registrada no Universo a uma distância de mais de 12 bilhões de anos-luz da Terra. A quantidade de água equivale a 140 trilhões de vezes todo o volume de água nos oceanos de nosso planeta.
A grande quantidade de água se encontra na forma de vapor, em volta de um quasar chamado APM 08279+5255. Um quasar é o núcleo de uma galáxia, confinado num espaço pequeno, em relação à sua massa, que abriga um buraco negro. Nesse quasar específico, há um buraco negro com 20 bilhões de vezes a massa do Sol, que produz uma quantidade de energia equivalente a um quadrilhão de vezes à da nossa estrela.
Ilustração mostra como é a visão de um quasar como o APM 08279+5255 (Foto: Nasa / ESA)

como é a visão de um quasar como o APM 08279+5255 (Foto: Nasa / ESA)
A água está em forma de vapor e ajuda a compreender a natureza do quasar. A medição desse vapor e de moléculas de outros tipos, tais como monóxido de carbono, sugerem que há gás suficiente para alimentar o buraco negro até que ele atinja seis vezes seu tamanho.
O gás liberado por esse buraco negro está numa temperatura de 53º C negativos, o que é cinco vezes mais quente que os gases soltos na Via Láctea. O vapor d’água da Via Láctea fica congelado, e também por isso a quantidade de água em nossa galáxia é 4 mil vezes menor que no quasar.
“O ambiente em volta desse quasar é muito peculiar e por isso produz essa grande massa de água”, disse Matt Bradford, pesquisador da Nasa. “É mais uma demonstração de que a água é dominante por todo o Universo, mesmo nos tempos mais primórdios”, completou.
A pesquisa foi desenvolvida por dois grupos de astrônomos, formados por cientistas ligados a diversos institutos. A descoberta foi publicada pela revista “Astrophysical Journal Letters”

Polícia prende 40 por crime ambiental

Ana Célia Rocha é tida como líder do esquema
Ana Célia Rocha é tida como líder do esquema

Uma megaoperação realizada na sexta-feira, 22, resultou na prisão de 40 pessoas acusadas de envolvimento em crimes ambientais, como produção ilegal de carvão. A lista de presos inclui empresários, fazendeiros, políticos, consultores ambientais, além de funcionários e ex-servidores da Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema).
Até o fechamento desta reportagem, outros nove mandados de prisão preventiva ainda não haviam sido cumpridos. De acordo com as investigações, o esquema teria rendido aos envolvidos algo em torno de R$ 70 milhões.
A Operação Corcel Negro foi deflagrada em Salvador,  em dez municípios do interior baiano e em mais três estados, em conjunto com a Sema, Ministério Público Estadual, Secretaria da Segurança Pública, Polícia Rodoviária Federal e o Ibama.
Na Bahia, foram 19 prisões. Apenas o consultor  ambiental baiano Gilmar Iglesias foi detido em São Paulo. Os demais foram detidos em Minas Gerais e Goiás. Segundo Eugênio Spengler, secretário estadual do Meio Ambiente, as investigações foram iniciadas há um ano, após a descoberta de irregularidades na emissão de crédito de reposição florestal.
A Lei Estadual 10.431/06 prevê que toda pessoa física ou jurídica que use produtos de origem florestal para fins comerciais é obrigada a manter áreas de reflorestamento. Se não possuir um terreno para a reposição de árvores, pode adquirir créditos de reflorestamento com pessoas que mantêm áreas de floresta.
Falha na lei - Spengler informou, durante coletiva na sede da SSP que foram detectadas fraudes na concessão de créditos. “Pessoas estavam recebendo os créditos sem que houvesse comprovação de que estavam mantendo áreas de replantio”, assinalou. Segundo ele, a lei estadual “possui uma falha” que contraria a legislação federal – que só concede os créditos após comprovação do reflorestamento.
“Já está em andamento na Assembleia Legislativa um projeto de lei que vai corrigir isso”, assegurou Spengler. “Vale lembrar que não há uso de dinheiro público nas irregularidades. A questão é de mau uso da função de agente público, com fraudes em procedimentos que deveriam atender a critérios legais. Com certeza, havia corrupção”, disse o promotor Geder Gomes, do Centro de Apoio Operacional à Segurança Pública e Defesa Social do MP.
A delegada Carmen Bittencourt, da Polícia Civil, confirmou que as prisões foram efetuadas sem incidentes. Em Salvador, foram presos Marcos Félix Ferreira, Paulo Pelegrini e Plínio Castro, todos ex-superintendentes da Sema; Luís Cláudio Correia e Rui Muricy de Abreu, servidores da Sema; e o consultor ambiental João Barrocas.
No interior da Bahia, foram presos Ana Célia Coutinho Rocha e a filha dela, Milena Coutinho de Castro; Maria Emília Miranda, Marcelo Dourado Costa, Francisco Leonardo Bastos Vila Nova, Cássio Higino Barreto Santos, Gersino Pereira Costa, Jader Oliveira Costa, Derval Barbosa de Arruda, Florisvaldo Silva, Jorge da Costa, Francisnay Martins Neves e Abraão dos Reis Gomes.
As identidades dos capturados em Minas Gerais e Goiás não foram divulgadas. As investigações revelaram que siderúrgicas desses estados recebiam carvão ilegal produzido na Bahia.

OPERAÇÃO CUMPRE 29 MANDADOS DE PRISÃO NA BAHIA


Um esquema de fraude na emissão de créditos de reposição florestal, descoberto em investigação da Polícia Civil baiana, gerou a emissão pela Justiça de 29 mandados de prisão e 34 mandados de busca e a apreensão de 50 caminhões, que são cumpridos em 12 municípios baianos em operação iniciada na madrugada desta sexta-feira (22). Estes títulos, que são utilizados por quem desmata ou utiliza madeira em carvoarias ou padarias, por exemplo, são emitidos pelo Ibama a produtores rurais que possuem em suas propriedades áreas de preservação. Estes papéis podem ser comercializados. A Secretaria de Segurança Pública (SSP), em resposta ao Bahia Notícias, não confirma o envolvimento de servidores do órgão, mas, em nota,  informa que entre os presos estão servidores públicos de “diversos órgãos”, produtores e comerciantes de carvão. A operação conta com a participação de cerca de 150 policiais civis, 25 promotores do Ministério Público Estadual (MPE), seis fiscais do Inema, além de agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e do Ibama.


http://www.bahianoticias.com.br/noticias/noticia/2011/07/22/97994,operacao-cumpre-29-mandados-de-prisao-na-bahia.html#

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